FREE BOOK ⚫ O Crocodilo e Notas de Inverno Sobre Impressões de Verão ⚹ eBook or Kindle ePUB free

FREE BOOK ó O Crocodilo e Notas de Inverno Sobre Impressões de Verão ò Numa sofisticada galeria de lojas em S o Petersburgo, o funcion rio p blico Ivan Matvi itch engolido vivo por um r ptil exposto visita o Com este acontecimento ins lito dostoi vski inicia O crocodilo, um conto imprevis vel que, mais de cem anos depois, continua a intrigar os leitores tanto pela s tira impiedosa burocracia como por sua cr tica concep o de progresso em voga na R ssiaJ o segundo texto que comp e este livro, Notas de inverno sobre impress es de ver o, escrito num tom bastante distinto Aqui Dostoi vski faz o relato febril, quase vertiginoso, de uma viagem que realizou por v rios pa ses da Europa no ver o deParticularmente reveladoras s o suas observa es sobre as metr poles de Londres e Paris, que resultam numa an lise aguda e atual ssima da personalidade ocidental , cindida entre os polos do individualismo e da fraternidade, da ambi o e do sacrif cioPrimeira edi o, Quarta edi o, Dostoi vski apresenta um evento bizarro de maneira pr tica Em O Crocodilo , um burocrata russo n o apenas engolido por um crocodilo, mas sobrevive a experi ncia, e a barriga do animal se torna sua nova resid ncia Dostoi vski parodia os te ricos radicais da d cada de 1860, n o apenas atrav s do burocrata Matveitch engolido, mas principalmente dos burocratas idosos e venerados Timofey Semyonitch um palha o que pontifica sobre investimentos estrangeiros na R ssia Por mais selvagem e absurda Dostoi vski apresenta um evento bizarro de maneira pr tica Em O Crocodilo , um burocrata russo n o apenas engolido por um crocodilo, mas sobrevive a experi ncia, e a barriga do animal se torna sua nova resid ncia Dostoi vski parodia os te ricos radicais da d cada de 1860, n o apenas atrav s do burocrata Matveitch engolido, mas principalmente dos burocratas idosos e venerados Timofey Semyonitch um palha o que pontifica sobre investimentos estrangeiros na R ssia Por mais selvagem e absurda que seja a situa o para Matveitch, apenas o narrador que se preocupa com a seguran a de seu amigo Os princ pios da economia devem governar o dia Seus exageros aumentam a sensa o desconfort vel com a qual o leitor fica.Embora ele tenha deixado a hist ria incompleta, ela um precursor importante do vir a seguir criativamente na obra do autor This review has been hidden because it contains spoilers To view it, click here Esse livro muito interessante, que tem uma tima apresenta o de Boris Schnaiderman, promove um contato com um Dostoi vski que n o conhecia Na primeira narrativa, ele mais pr ximo do leitor, mais informal, engra ado e at leve Na segunda ele explicitamente cido e cr tico Nas duas feita uma contundente cr tica ao estrangeiro e ideia de que tudo que russo inferior Mais do que isso, critica se o ideal de progresso como algo espec fico desenvolvimento capitalista e da burguesia Esse livro muito interessante, que tem uma tima apresenta o de Boris Schnaiderman, promove um contato com um Dostoi vski que n o conhecia Na primeira narrativa, ele mais pr ximo do leitor, mais informal, engra ado e at leve Na segunda ele explicitamente cido e cr tico Nas duas feita uma contundente cr tica ao estrangeiro e ideia de que tudo que russo inferior Mais do que isso, critica se o ideal de progresso como algo espec fico desenvolvimento capitalista e da burguesia e bom a priori Para Dostoi vski, n o.Certamente, ele tamb m tem uma vis o bastante idealizada da tradi o e de alguns aspectos da sociedade da R ssia embora, nas Notas , tente mostrar que tamb m n o a ache perfeita Ainda assim, muito do que ele fala explicitamente na segunda narrativa extremamente sagaz e pertinente, ao buscar destrinchar a alma do burgu s e dos estrangeiros Essas mesmas ideias aparecem no conto O Crocodilo como uma grande piada, uma grande tira o de sarro dos que falam que necessariamente bom que o capital estrangeiro venha para a R ssia desenvolvimento capitalista progresso algo bom.H grandes diferen as entre as duas narrativas tanto de tom quanto de conte do Nas Notas , por exemplo, Dostoi vski muito mais expl cito quanto a suas ideias de voltar terra , suas sugest es sobre como deve funcionar a fraternidade etc Contudo, ambas trazem, de maneiras diversas, o que parece ter sido um tema importante para ele naquela poca 1862 1865 , a cr tica ideia de que progresso virar o Ocidente e de que isso bom.Gostei muito de ler esse livro as narrativas s o magistralmente bem escritas a vis o do autor interessante e serve para conhecer melhor as ideias de Dostoi vski.Algumas notas sobre as narrativas O Crocodilo O princ pio econ mico acima de tudo Um homem um funcion rio p blico m dio engolido por um crocodilo de um alem o em S o Petersburgo Essa situa o absurda o ponto de partida para uma grande s tira, primeiramente, dos que pregam a vinda de capitais estrangeiros e o crescimento da burguesia na R ssia dos que querem que a R ssia imite a Europa e se dizem muito progressistas Tanto quanto isso, Dostoi vski busca ridicularizar a burocracia O engra ado que esses personagens que querem tanto a moderniza o da R ssia e que se dizem t o progressistas s o os mesmos que tem cargos altamente burocr ticos nessa tradicional reparti o russa uma cr tica ferrenha aos defensores do desenvolvimento capitalista na R ssia e, em especial, aos jornais da poca que falavam isso A toda a sociedade de Petersburgo que se acha muito sofisticada e valoriza o desenvolvimento capitalista, mas de maneira totalmente hip crita Uma pena que seja inacabado, mas gostei muito.Vale lembrar um pouco dos personagens O dono alem o e sua m e gananciosos e idiotas Mostram uma certa xenofobia e um desgosto do autor com a presen a de estrangeiros capitalistas.O crocodilo todos acham incr vel e necess rio que seja incentivada a vinda do crocodilo Os jornais dizem que ele foi ferido pelo funcion rio que entrou dentro dele Qualquer coisa do estrangeiro vista como boa.Ivan Matvi itch o que engolido Orgulhoso, soberbo, estava feliz porque ia pro estrangeiro Acaba ficando feliz por ser engolido pensa que ir o todos visitar ele e apreciar sua abnega o sacrifico para ter o capital estrangeiro, do alem o, na R ssia Diz que vai pensar em novos modelos sociais agora que tem tempo Mas tamb m um burocrata besta Engra ado que os jornais liberais publicam mat rias falando mal dele, que se jogou para dentro do crocodilo sem ter o direito de faz lo.I lena Iv noca esposa de Ivan, leviana, fica fazendo gracejos Sexual e ego sta, quer logo se divorciar do marido engolido, mas fica feliz com a ideia de Ivan de receber convidados em seu sal o a ideia que ele, dentro do crocodilo, visitaria e falaria suas ideias e opini es progressistas.Narrador o nico que se importa minimamente com Ivan, mas, ainda assim, um burocrata, um med ocre Tamb m ego sta, aceita as ideias progressistas sem parecer acreditar muito nelas.Timofi i Siemi nitch o burocrata por excel ncia o velho funcion rio que o narrador vai visitar para pedir conselho assim que Ivan engolido Ele ego sta e 100% burocr tico n o d pra s tirar ele, o crocodilo propriedade, n o pode matar, n o h precedente para isso Mas tamb m fala da necessidade dos capitais estrangeiros.Notas de Inverno sobre Impress es de Ver oAqui temos uma narrativa sobre a viagem de Dostoi vski de dois meses pela Europa no ver o Conta se sobre alguns poucos eventos da viagem, como a viagem de trem, uma ou outra conversa ou o fato de, na Fran a, pedirem ou procurarem todas as informa es sobre os estrangeiros nos hot is para entregar s autoridades Tamb m temos reflex es sobre a viagem e o ato de viajar os turistas que v o s seguindo o guia e nem prestam aten o em nada o fato de que ele ficou pouqu ssimo tempo em cada lugar que s vezes gostamos ou n o de um lugar dependendo do estado de esp rito no momento mais do que do lugar que s vezes sa mos para ver algo que j tem em casa Mas o principal s o as digress es com as ideias de Dostoi vski sobre progresso, a vida nos pa ses que visitou e sobre os russos que acham tudo no estrangeiro melhor como os que adoram o crocodilo no conto anterior Assim, a cronologia praticamente inexistente, na medida em que o texto feito dessas divaga es o importante n o o que ele visitou ou viu, mas o que ele pensa.Trata se de uma cr tica contundente, inicialmente, aos russos que amam o exterior, a Europa, em detrimento da R ssia Dostoi vski demonstra um patriotismo forte, mas n o necessariamente acha que a R ssia melhor que tudo s acha que n o deve nada Europa, que o progresso por si pr prio n o vale de nada s vezes ele cai em uma xenofobia, mas a cr tica ideia de progresso muito elaborada O autor entende que se deve valorizar a terra e o povo, que n o vale menos que a minoria ilustrada que passa a se achar melhor que os outros por ser mais progressista, por ser mais adepta das novidades europeias, por ser mais liberal que o povo O terceiro cap tulo busca mostrar que essas novidades n o melhoram necessariamente a vida de ningu m isso uma farsa que afasta o povo dos mais privilegiados a grande cr tica ao progressismo O quinto cap tulo fala principalmente de Londres e seu caos A cidade viva e, digamos, expl cita as suas ant teses andam uma do lado da outra, ou seja, as tens es sociais, as pessoas, est o uma do lado da outra o pobre n o est escondido Ainda assim, toma lugar a luta t pica do Ocidente do princ pio pessoal mesmo com as contradi es, de algum modo deve se formar uma comunidade, para que uns n o devorem os outros Nesse sentido, h algo em comum entre Londres e Paris a nsia de se deter no status quo, de arrancar de si mesmo quaisquer esperan as do futuro um impulso de ceder ao status quo da sociedade, de perder a f do Eu no futuro venerar Baal Baal uma divindade cujo culto aparece na B blia e Deus proibira a adora o e mandara destruir as est tuas Aqui a refer ncia diz respeito, portanto, a abandonar a cren a, o que nesse caso significa aceitar o j existente H uma consci ncia social de que tudo deve ser assim mesmo, do jeito que est , de certa forma, uma ideia de fim da hist ria n o nesses termos, claro.Dostoi vski diz que necess rio resistir a isso, n o venerar Baal A ideia de que o existente n o necessariamente o ideal O desenvolvimento capitalista n o o ponto de chegada ltimo do progresso se aceitarmos o termo progresso A Exposi o Internacional onde come a a reflex o sobre Baal traz tamb m ao autor a tenta o de achar que se criou algo definitivo, algo final, um t rmino a pr pria sociedade burguesa Aqui, ent o, talvez a mais forte cr tica no o de progresso no livro apenas achamos que aquilo melhor porque acreditamos que deve ser assim mesmo e at a pr pria alma faminta se conforma Mas n o deveria ser podemos pensar em coisas melhores esse o problema dos progressistas acham que isso tudo o ponto de chegada Em suma, a quest o de Baal a cren a do burgu s na estrutura social que ele prega para todos Fica uma massa conformada que acha que aquilo o final, o t rmino que cultua Baal.E essa massa conformada pode ser vista em Londres Nesta cidade, h uma esp cie de caos apocal ptico, uma aceita o da exist ncia desse sofrimento Baal n o o esconde H noites com multid es b badas, mulheres da vida etc todos escapando da dura realidade De certa forma, a cidade viva em seu horror tudo expl cito O parisiense, ao contr rio, diz Dostoi vski, como o avestruz, que enfia sua cabe a na terra para n o ver o que n o quer os pobres, a desordem, o horror expl citos em Londres De dia, n o h surpresa com o que se passou noite Baal n o esconde de si os aspectos selvagens O apocal ptico, em Londres, est a c u aberto.No cap tulo seguinte, o sexto, Ensaio sobre o burgu s , fala se de Paris esse lugar onde todos se enganam e tudo um grande fingimento burgu s L , n o existem amantes, embora eles sejam numerosos O burgu s o que assalta seus clientes na loja, mas v , no teatro, as pe as dos personagens que n o se importam com dinheiro, her is Ele rouba seus clientes, um roubo virtuoso, para fazer fortuna O problema seria roubar para dar de comer fam lia A imperdo vel O cap tulo completamente ir nico e cido.Ainda no mesmo cap tulo, chega se na pergunta mas ent o do que o burgu s, que tem tudo, que conquistou tudo, ainda tem medo Dos comunistas e socialistas, diz Dostoi vski Mas por que O burgu s virou o centro de tudo a nica coisa que se concretizou do que fora pregado na revolu o francesa Libert , Egalit , Fraternit Liberdade s h para os ricos O homem desprovido de milh o n o aquele que faz o que bem entende, mas aquele com quem fazem o que bem entendem , p 132 Igualdade perante a lei tamb m uma piada Fraternidade uma mentira Para Dostoi vski, a real fraternidade se faz pela entrega do Eu ao todo, que, por causa da fraternidade real tamb m protege o Eu A personalidade individual desenvolta justamente o querer se sacrificar pelo coletivo Os socialistas, diz Dostoi vski, prop em a fraternidade a partir de uma perda de liberdade individual Mas a fraternidade em si n o est na natureza do franc s isso demora mil nios para mudar, esse esp rito nacional O socialismo at seria poss vel, mas n o na Fran a Ent o do que tem medo o burgu s Ele conquistou tudo, o nico que sobra, e tudo controla exatamente por isso tem medo chegou no topo e n o quer sair de l tamb m por isso a nsia de manter o status quo e a venera o a Baal.O s timo cap tulo uma continua o do sexto e continuam tamb m as cr ticas aos burgueses e aos franceses, praticamente igualados aqui Primeiro, s o lacaios querem ganhar dinheiro a qualquer custo e sem nenhum escr pulo Mas eles adoram a eloqu ncia o falar bonito por falar bonito Assim s o as discuss es pol ticas, durante o governo de Napole o III os 5 Dostoi vski diz 6 representantes liberais que s o permitidos fazem seus discursos eloquentes na c mara e s o rebatidos tamb m eloquentemente Tudo em nome da eloqu ncia que todos adoram E assim s o todos os franceses, at os mais pobres Dostoi vski fala do guia no Pante o, um velho decr pito, que faz quest o de fazer os discursos sobre os t mulos sem querer que o autor o interrompa , repetindo as palavras que decorou, mas com o prazer dessa pouca eloqu ncia que lhe cabe.No ltimo cap tulo, por fim, passamos an lise dos casamentos burgueses, falsos e hipocritas Bribri como a esposa chama o marido e ma biche como o marido a chama Ela o trai, mas tudo bem, desde que se mantenham as apar ncias Casam sempre com algu m que tenha o mesmo tanto de dinheiro E uma uni o racional, l gica, em que se permite a trai o na rua ningu m vai mexer com ela A esposa o bra o direito do marido burgu s na loja, por exemplo Mais velha, quando passa o tempo de ter um amante ou de pensar em ter outro Gustave , ela passa a ajudar o marido em tudo, pensando s no dinheiro tamb m Nas f rias, o burgu s um sem gra a quer ir ver o mar e rolar na grama pra se sentir conectado com a natureza Melhor ainda rolar na grama da propriedade que conseguiu comprar Por fim, h uma grande s tira do g nero burgu s por excel ncia o melodrama As hist rias s o sempre parecidas o homem pobre e valoroso ou o burgu s, a madame apaixonada e rica tudo bem novelesco O importante a nobreza intransigente do her i A sua honra e nobreza de esp rito Tudo para Bribri e Ma Biche irem ao teatro e sa rem com l grimas nos olhos, enquanto Gustave, o amante aceito quase beija a m o de Ma Biche.Enfim, s o as v rias reas de cr tica burguesia, ao ideal de progresso, aos franceses A ideia mostrar que eles n o s o melhores do que os russos At nos temas do suposto progresso, busca se mostrar que isso falso, superficial As mulheres ficam em casa tamb m, n o almejam estudar h quem bata nelas etc O desenvolvimento capitalista n o bom necessariamente a popula o trabalhadora sofre, mas aceita os des gnios burgueses querem ser o que o patr o , em outras palavras Novamente, a venera o de Baal, a perda da f no futuro.Dostoi vski usa a sua viagem e a narrativa como uma forma de expressar v rias de suas importantes ideias sobre esses temas E, voltando ao come o, tudo tamb m para mostrar como os russos que supervalorizam esses estrangeiros s o, em termos simples, muito idiotas e a voltamos a O Crocodilo Enfim, muito, muito interessante de se ler.Sobre a forma, algumas coisas que me vieram cabe a H par grafos de 6, 7 p ginas Tem uma cara de fluxo de pensamento que gostei bastante Ele fala constantemente com os leitores amigos que pediram para ele escrever , defendendo suas posi es ah, voc s v o dizer isso , mas ent o eu respondo isso Diz que pode estar exagerando, mas defende que tudo bem fazer algumas das coloca es talvez um pouco exacerbadas sobre os franceses etc Ele aceita esses exageros porque Desconfia desses bons modos de exp r o pensamento e prefere aceitar suas emo es de russo intrat vel Sem os fingimentos franceses A cita o est na orelha do livro Jeitos ir nicos de se referir aos personagens nacionais um Gustave para o franc s amante bribri para o marido ma biche para as esposas e por a em diante Dostoi vski recusa a ordem cronol gica v rias vezes Quando ser , meu Deus, que me acostumarei ordem As pr prias digress es constantes s o, portanto, uma certa cr tica a essa ordem francesa e rica, linear, concatenada na orelha do livro diz que a pr pria linha do trem europeu recusada n o h uma ordem J na metade do s culo XIX Dostoi vski enxergava o que ap s 150 anos deveria ser bvio, mas ainda n o foi compreendido pela grande maioria da popula o Alguns trechos do livro s o muito claros nesse sentido Roubar feio, ign bil, leva s gal s o burgu s est disposto a perdoar muita coisa, mas n o perdoar o roubo, ainda que voc ou os seus filhos estejam morrendo de fome Mas se voc rouba por virtude, oh, ent o tudo lhe perdoado Voc deseja faire fortune e acumular muitos objetos, isto J na metade do s culo XIX Dostoi vski enxergava o que ap s 150 anos deveria ser bvio, mas ainda n o foi compreendido pela grande maioria da popula o Alguns trechos do livro s o muito claros nesse sentido Roubar feio, ign bil, leva s gal s o burgu s est disposto a perdoar muita coisa, mas n o perdoar o roubo, ainda que voc ou os seus filhos estejam morrendo de fome Mas se voc rouba por virtude, oh, ent o tudo lhe perdoado Voc deseja faire fortune e acumular muitos objetos, isto , cumprir um dever da natureza e da humanidade Eis porque no c digo est o discriminados com toda a clareza os artigos referentes ao roubo por motivo baixo, por algum peda o de p o, por exemplo, e o roubo motivado por uma alta virtude Este ltimo est protegido no mais alto grau, estimulado e organizado de modo extraordinariamente firme Sobre Libert , galit , fraternit A liberdade Que liberdade A liberdade, igual para todos, de fazer o que bem se entender, dentro dos limites da lei Mas quando que se pode fazer o que bem se entender Quando se possui um milh o A liberdade concede acaso um milh o para cada um N o O que um homem desprovido de milh o n o aquele que faz o que bem entende, mas aquele com quem fazem o que bem entendem